Programas para esconder janelas / Tray
http://dm2.sourceforge.net/
PS TRAY Factory
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2/26/2008 11:32:00 PM

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2/14/2008 03:38:00 PM
Você está no meio de um dia de trabalho quando se dá conta de que esqueceu de trazer as fotos digitais da viagem do fim de semana que havia prometido imprimir na hora do almoço. Ou, então, o contrário: acabou de chegar do trabalho e se lembra que não enviou o e-mail com o relatório que o chefe queria receber até o fim do dia. O que fazer? Dar uma corrida em casa, no primeiro exemplo, ou voltar para a empresa, no segundo, é a resposa “low-tech”. Como leitor do WNews, você precisa de uma solução mais avançada - é hora de conhecer o serviço LogMeIn.
A proposta da ferramenta é permitir o acesso remoto a qualquer computador que esteja permanentemente conectado à Internet e tenha sido deixado ligado. Mesmo que você não costume deixar o micro de casa ligado 24 horas, é sempre mais fácil telefonar para alguém que possa ir até ele e apertar o botão liga/desliga, mesmo sem entender absolutamente nada do funcionamento da máquina, do que ter que ensinar, por telefone, o seu avô a enviar e-mails.
O conceito do LogMeIn não é novo - anos atrás, experimentamos o GoToMyPC, um serviço bastante semelhante, exceto pelo modelo de cobrança. Enquanto o GoToMyPC oferece uma demonstração gratuita por 30 dias, o LogMeIn tem uma versão paga, o LogMeIn Pro, que custa até US$ 12,95 por mês e também pode ser testada gratuitamente por um período limitado, e uma totalmente e permanentemente grátis, o LogMeIn Free. Foi nesta que baseamos este tutorial.
Instalação nos computadores remotos
O primeiro passo para usar o LogMeIn é se cadastrar no site do serviço. O
segundo, instalar um pequeno programa no(s) computador(es) que deverá(ão) ser controlado(s) pela Internet. Isso é feito pela opção "Add Computer" (adicionar computador) da área "My Computers" (meus computadores) do site. Se você optar por experimentar o LogMeIn Pro pelo período de testes, escolha a alternativa "I want to try..." (Figura 1).
A tela seguinte (Figura 2) o guiará no processo de download do software, que "pesa" aproximadamente 4 MB e é baixado rapidamente. Você deverá escolher a
opção "Run" (executar) quando o Windows perguntar o que deseja fazer com o arquivo e seguir o processo tradicional de instalação de qualquer programa. No final, uma caixa no canto da tela confirmará que o LogMeIn está ativo e online (Figura 3).
Com a instalação concluída, você retornará para o site do serviço, que exibirá uma mensagem que diz que o computador foi adicionado com sucesso (Figura 4) e fornecerá um link para baixar o guia do programa em formato PDF e um botão para passar à tela "Meus Computadores". Lá, a máquina que você acabou de configurar estará listada junto com qualquer outra que tenha sido adicionada previamente, com um ícone de "online" ao lado (Figura 5). O trabalho neste computador está concluído!
Enquanto isso, do outro lado da rede
Embora você até possa continuar o passo-a-passo no mesmo computador para testar o programa, isso não terá qualquer utilidade prática. A idéia, agora, é que o primeiro micro fique ligado (e conectado) para que possamos acessá-lo de qualquer outro computador que também esteja na Internet. Até micros de mão com sistema PocketPC podem fazê-lo, mas não chegamos a testar esse recurso. 
Do outro computador, basta acessar o site do serviço, fazer o login com o nome de usuário e senha cadastrados anteriormente e, naquela mesma área "Meus Computadores", clicar sobre o ícone do micro que você deseja pilotar por controle remoto. Uma janela de status indicará que a conexão está sendo iniciada (Figura 6) e logo você verá
uma tela azul que pede a senha de acesso do Windows daquele micro (Figura 7). Repare que, com isso, é possível ter vários PCs cadastrados no LogMeIn sem que qualquer um possa ter acesso a todos eles, já que cada um pode ter sua própria senha. 
Depois de conectado, o serviço exibirá uma tela com as diversas opções do programa, que variam de acordo com a versão. Enquanto você estiver testando o LogMeIn Pro, mais recursos estarão disponíveis, mas após o término do período de demonstração, ficaremos restritos às opções Controle Remoto, Preferências e Ajuda (Figura 8). Não se preocupe - é mais que suficiente para quase tudo.
Ao clicarmos em "Controle Remoto", uma nova tela de conexão aparecerá,
mostrando em qual das cinco etapas do processo estamos (Figura 9). Em questão de segundos o serviço estará conectado e veremos, dentro da janela do navegador, uma versão reduzida da tela do computador remoto, exibindo qualquer programa que tenha ficado aberto naquela máquina (Figura 10).
Computador ou boneco vodu?
No momento em que você se conectar pelo "Controle Remoto", o micro teleguiado mostrará uma pequena janela avisando um eventual usuário local de que está sendo pilotado remotamente (Figura 11). Dependendo do que estiver selecionado naquele link de preferências, o usuário local pode ter a opção de aceitar ou não a conexão, assim como o piloto remoto pode ter ou não preferência, podendo até desativar o monitor local para que não seja possível acompanhar suas ações no micro.
Na janela do controle remoto, uma barra de ferramentas permite, entre outras coisas, ajustar a resolução da tela do outro computador, a profundidade de cores e o nível de zoom, bem como acionar o modo de tela cheia (Full Screen) ou enviar um comando equivalente a pressionar as teclas CTRL+ALT+DEL no computador remoto, já que se você apertar essa combinação no teclado, valerá para o micro local (Figura 12).
A melhor maneira de usar o controle remoto é ativar o modo Full Screen e configurar a resolução do micro remoto para uma igual ou menor que a do computador de onde você o está controlando, para que a imagem não precise ser reduzida. No caso das cores, o serviço normalmente reduzirá sua quantidade para economizar banda de transmissão - a não ser que você esteja trabalhando com fotos, isso é perfeitamente aceitável.
Como já deve ter dado para notar, tudo o que você fizer nessa janela estará sendo executado no micro remoto, e não no que está na sua frente. A velocidade não é a melhor do mundo, o que exige alguma paciência - principalmente na hora de arrastar qualquer coisa na tela - mas é suficiente para fazer muita coisa. As imagens da segunda parte do nosso tutorial do Gimp, por exemplo, foram todas capturadas via LogMeIn, pois não tínhamos o programa de manipulação de imagens instalado no micro onde o texto foi escrito.
Na versão Pro do LogMeIn temos acesso a um gerenciador de arquivos que permite copiar coisas entre o micro remoto e o local. Na falta desse recurso na versão gratuita, pode-se dar um jeitinho enviado os documentos de um para o outro por e-mail ou coisa parecida. Para passar trechos de textos e imagens, é mais fácil ainda: basta copiá-los (CTRL+C) num micro e os colar (CTRL+V) no outro, já que a "área de transferência" é compartilhada.
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2/14/2008 03:24:00 PM
| ID do artigo | : | 299526 |
| Última revisão | : | sexta-feira, 2 de novembro de 2001 |
| Revisão | : | 1.0 |
| 1. | Formate um disquete de 1,44 megabytes (MB) e insira-o na unidade de disquete do computador. |
| 2. | Em Ferramentas do sistema, inicie o programa Backup. Quando o Assistente de backup ou restauração for exibido, clique em Avançar. |
| 3. | Clique em Restaurar arquivos e configurações e em Avançar. |
| 4. | Na caixa de diálogo Itens a serem restaurados, selecione a mídia que contém o backup da recuperação automatizada do sistema. Certifique-se de que a mídia foi inserida. |
| 5. | Expanda o Conjunto de backup da recuperação automatizada do sistema que corresponde ao disquete de recuperação automatizada do sistema que você deseja criar. |
| 6. | Expanda a segunda instância da letra da unidade que contém os arquivos de sistema. Expanda a pasta Pasta_do_Windows/Repair. |
| 7. | Clique nos seguintes arquivos nessa pasta Repair: Asr.sif e Asrpnp.sif e clique em Avançar. |
| 8. | Na tela Concluindo o 'Assistente de backup ou restauração' clique em Avançado. |
| 9. | Na tela Onde restaurar, defina a caixa de diálogo Restaurar os arquivos em: como Pasta única e, em seguida, defina a caixa de diálogo Nome da pasta como a raiz da unidade de disquete, por exemplo, "A:\". |
| 10. | Clique em Avançar. As outras opções do assistente são opcionais e não afetam a transferência dos arquivos para o disquete. Quando o assistente é concluído, os arquivos são copiados para o local anteriormente especificado. O disquete de restauração automatizada do sistema está pronto para ser usado, em caso de uma operação de restauração automatizada do sistema. OBSERVAÇÃO: os arquivos Asr.sif e Asrpnp.sif devem estar na raiz da unidade de disquete a ser usada durante a operação de restauração automatizada do sistema. |
| • | Microsoft Windows XP Professional Edition |
Palavras-chave: | kbhowto kbhowtomaster kbtool KB299526 |
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2/14/2008 03:18:00 PM
| 1. | Certifique-se de que os seguintes itens estão disponíveis antes de iniciar o procedimento de recuperação:
| ||||||||
2. | Insira o CD de instalação original do sistema operacional na unidade de CD. | ||||||||
3. | Reinicie o computador. Pressione a tecla adequada para iniciar o computador com o CD se você for solicitado a fazê-lo. | ||||||||
4. | Se você tiver um arquivo de driver separado como descrito na etapa 1, use o driver como parte da instalação, pressionando F6 quando solicitado. | ||||||||
5. | Quando solicitado, pressione F2 no início da seção do modo somente texto da instalação. Você será solicitado a inserir o disquete de recuperação automatizada do sistema criado anteriormente. | ||||||||
6. | Siga as instruções na tela. | ||||||||
7. | Se tiver um arquivo de driver separado conforme descrito na etapa 1, pressione F6 (uma segunda vez) quando solicitado depois que o sistema for reinicializado. | ||||||||
8. | Siga as instruções na tela. |
Observações
| • | O acesso físico a um servidor é um risco alto de segurança. Para manter um ambiente mais seguro, você deve restringir o acesso físico a todos os servidores e hardware de rede. |
| • | A recuperação automatizada do sistema não restaura arquivos de dados. Para obter mais informações sobre como fazer backup de arquivos de dados e restaurá-los, consulte Tópicos relacionados. |
| • | Se você estiver restaurando um cluster de servidor que apresentou falha em todos os nós e o disco de quórum não puder ser restaurado a partir do backup, use a recuperação automatizada do sistema em cada nó do cluster original para restaurar as assinaturas do disco e o layout da partição dos discos de cluster (quórum e não-quórum). Para obter mais informações sobre como fazer backup de clusters de servidor e restaurá-los, consulte o link Tópicos relacionados na parte inferior desta página. |
| • | O seu servidor pode funcionar de forma diferente dependendo da versão e edição do sistema operacional instalado, das permissões da conta e das configurações de menu. Para obter mais informações, consulte Exibindo a Ajuda na Web. |
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Dia
2/14/2008 03:17:00 PM
- É muito fácil, vamos ver neste tópíco os principais meios para fazer isso nas diversas versões de Windows. Em vez de colaborar com dificuldades, algumas brechas do Windows podem até mesmo "facilitar". O Windows XP, robusto e estável como ele só, e realmente digno de tanto mérito, vacilou legal, você vai ver (é um dos mais bobos e fáceis de se obter acesso como administrador, sem saber senha nenhuma). Segurança local? Esqueça! Qualquer um, qualquer um mesmo, com conta restrita ou até mesmo sem nenhuma conta de usuário, pode em poucos minutos obter acesso de administrador no computador, fazer o que quiser, e ainda sair sem deixar rastros. Vamos por partes, a começar pelo Windows mais usado hoje no mundo, o XP.
=>Windows XP e Server 2003
- No Windows XP e até mesmo no seguro, firme, confiável, consistente, caro, estável, corporativo e robusto Windows Server 2003, basta trocar o arquivo "sethc.exe", da pasta "system32", por qualquer programa que você queira. O ideal é copiar o "cmd.exe", o prompt de comando, e deixar a cópia com o nome "sethc.exe", dentro da pasta system32. Feito isso, inicie o sistema e segure SHIFT por 8 segundos, na tela de logon. O que será aberto? Deveria ser as opções de acessibilidade, mas como você trocou o arquivo, aparece um prompt de comando.
- Os programas executados no logon, no caso, o sethc.exe, são rodados com privilégios administrativos no Windows XP/2003. Digite algo como control userpasswords2 para criar uma nova conta de usuário; ou se preferir, selecione alguma conta da lista e altere a senha, altere o grupo do usuário para torná-lo administrador, etc. Dentro do prompt de comando rodando dessa forma, você pode até chamar o Explorer! E literalmente, usar o computador com direitos administrativos sem fazer logon. É interessante e decepcionante que no Windows XP e mais, no Server 2003, que é voltado a empresas (incluindo empresas de grande porte), isso seja possível, apenas trocando um arquivo.
- Como de praxe, "travo o computador mas mostro no gerenciador de tarefas qual processo foi o culpado". Ou seja, dou algumas dicas de como se proteger disso, como evitar ter sua senha do Windows roubada, etc. Infelizmente, a melhor proteção é a proteção física.
-Nota importante: no Windows XP, se a listagem de usuários estiver ativa no logon, ao segurar SHIFT por 8 segundos, o prompt de comando (o novo arquivo "sethc.exe") poderia ficar por trás dela, e você não o veria. Para vê-lo, tecle duas vezes seguidas CTRL + ALT + DEL, isso ativa temporariamente o logon clássico. Se não aparecer da primeira vez, solte e segure SHIFT direita por mais oito segundos (ou mais, se seu cristal de quartzo cerebral não gerar os ciclos corretamente... rs).
=>Windows 2000 e NT 4.0
- Rapidinho: apague os arquivos SAM e SAM.LOG da pasta "C:\WINNT\system32\config". Todas as contas de usuários serão excluídas, e a senha de administrador será vazia. Bastará digitar "Administrador" no campo do nome de usuário, deixar sem senha e depois alterá-la pelas vias normais.
Apesar das contas serem excluídas, os arquivos dos usuários não serão, eles ficarão na pasta "C:\Documents and settings". Pode ser ruim se o sistema tiver muitas contas, pois você precisará recriar uma por uma [Only registered and activated users can see links] f, reinstalar alguns programas, reconfigurar diversas coisas... E pode ser terrível em sistemas alheios: como a senha será redefinida, o proprietário não conseguirá mais fazer logon. No Windows XP isso não funciona: sem os arquivos SAM e SAM.LOG, o sistema simplesmente se recusa a iniciar, exibe uma mensagem de erro e a única saída é reiniciar - reiniciando, ele repete o processo, ou seja, reinicia novamente... Ponto para a galerinha do Tio Bill, mas infelizmente não corrigiram isso no Service Pack 4 do Windows 2000.
=>Windows 95/98/Me
- Se é que se pode chamar isso de senha, basta apagar os arquivos de extensão ".pwl", na pasta do Windows. Fazendo isso, a senha do usuário será vazia, e qualquer um que entrar poderá definir uma nova senha. Assim como ocorre ao fazer o processo para o Windows NT/2000, o dono perderá a senha dele, e não conseguirá fazer logon. O arquivo a ser apagado leva o nome do usuário, por exemplo, "Mah.pwl". As senhas no Windows 9x/Me não são para proteção, nunca foram. Servem apenas como um meio de identificar as diversas contas de usuário, para efeitos de personalização. No Windows 9x/Me, qualquer um pode alterar qualquer arquivo de sistema, inclusive fazer logon usando uma conta padrão, apenas clicando em "Cancelar" na tela de logon. Os perfis de usuário apenas controlam a aparência das telas, papel de parede, personalizações dos programas que sejam gravadas na chave HKEY_CURRENT_USER do registro, etc.
- Nota: apesar de o Windows 9x/Me não possuírem sistemas de proteção a arquivos e dados do sistema baseando-se em contas e privilégios, como ocorre na família do Windows NT, é possível impor diversas restrições usando bloqueios configuráveis via registro; para isso pode-se usar utilitários inclusos no CD do Windows 98 original, ou programas de terceiros, como o freeware e brasileiro WinPolicy.
=> Opções alternativas
Além desses meios de apagar arquivos, pode-se tentar outras coisas... Como programas de quebra de senha que testam todas as possibilidades, como o Proactive Password Auditor.
- Há um antigo, o LopthCrack, algo assim, mas não o encontrei em nenhum lugar na Internet... Que fazia a mesma coisa, ou seja, tentava descobrir as senhas. Até porque os métodos de trocar ou apagar arquivos do Windows não permitem descobrir a senha, eles permitem redefini-las (no caso do Windows 9x/Me/NT/2000) ou obter acesso sem senha, podendo criar uma conta com direitos administrativos ou alterar as senhas dos outros usuários (no caso do Windows XP/2003).
- Além disso, o Roberto Bechtlufft, um leitor do Explorando, indicou um programa para Linux, que tenta alterar as senhas no Windows: "chntpw". Pelo nome deve querer dizer "Change NT Password", e pode ser instalado nas distribuições derivadas do Debian usando o apt-get: apt-get install chntpw. Veja um breve tutorial em:
[Only registered and activated users can see links] tml ([Only registered and activated users can see links] o_senhas_windows.html)
- E no Linux?
- Pois bem... Tão fácil como no Windows (ou até mais ainda!), pelo menos funciona com a grande esmagadora maioria das distribuições. Basta dar boot com um live-CD e obter acesso de root rodando do CD. A partir daí, monte a partição onde o Linux está instalado no HD, abra um prompt de comando (como root) e digite chroot /mnt/hda1, trocando /mnt/hda1 pelo ponto de montagem da partição do sistema a ter a senha alterada. Dessa forma obtém-se um prompt do sistema que está no HD, com direitos de root; isso quer dizer que você pode fazer o que quiser! Para trocar a senha de root, digite passwd, tecle [enter] e então entre com a nova senha. Para trocar a senha de alguma conta sem ser a de root, digite passwd seguido pelo nome do usuário.
- O chroot é uma ferramenta muito útil em manutenção, sem contar na personalização de live-CDs. Mas em mãos erradas, pode ser uma desgraça também!
- Concluindo:
-Uma questão que fica no ar para usuários não tão experientes é: "como apagar ou trocar os arquivos, se não temos acesso ao sistema?". Realmente, muitas vezes nem tendo acesso é possível. Por exemplo, no caso do Windows 2000/NT onde não dá para apagar o SAM, que fica aberto e bloqueado. E no XP/2003, não dá para substituir o "sethc.exe" usando uma conta restrita numa partição NTFS, pois, apesar de o "sethc.exe" não ficar aberto o tempo todo e poder ser apagado, um usuário limitado não tem direito a escrita (e, conseqüentemente, a "apagamento") na pasta do Windows (mas se o HD estiver formatado em FAT/FAT32, um usuário limitado pode facilmente trocar o "sethc.exe", usando o próprio Explorer). A forma mais comum, para os casos em que os arquivos não têm como ser trocados usando o sistema que será alvo do ataque, é usar um outro sistema.
- O acesso físico, local, é uma desgraça mesmo... Como o Carlos Morimoto disse em outras palavras no seu livro Redes e Servidores Linux: "Se um usuário der boot com um live-CD no seu servidor, o servidor já não será mais seu; será dele". Pois bem, basta usar um sistema que rode do CD e que reconheça, com suporte a escrita, a partição onde o sistema estiver instalado. Isso pode ser feito com o Kurumin Linux 7, que inclui o NTFS-3g, bastando apenas ativar o suporte a leitura e escrita clicando no respectivo ícone no "Meu computador". Ou até mesmo com o Windows que roda do CD, que já até comentei aqui no Explorando, e também publiquei no GdH.
- Esses métodos de quebrar as senhas só têm valor localmente, pois um controlador de domínio poderá exigir autenticação se o computador estiver em rede, e puxará a listagem de usuários do servidor (e não da máquina local). Algo parecido ocorre quando o micro que a pessoa acessa não é uma estação de trabalho, mas sim um "terminal burro", que apenas puxa imagens de um servidor; neste caso as senhas e os programas estão no servidor, e ao dar boot com um live-CD o usuário poderia até se decepcionar com a falta do HD [Only registered and activated users can see links] f Dessa forma, de nada adiantará tentar quebrar a proteção das contas locais; isso vale para o Windows 95, 98, Me, 2000, XP, NT, Vista, 2003 e até mesmo para o Linux. Por outro lado... Se o servidor de uma rede local for o Windows Server 2003 (ou o 2000 Server, talvez), sem mínimas proteções físicas (gabinete trancado, sem drives de CD-DVD nem USB, câmeras de vigilância, etc), um funcionário engraçadinho (e com conhecimento) poderia quebrar as senhas de Administrador do servidor, alterar as configurações e mandar pro espaço a segurança da rede. Com que objetivos? Ele quer roubar a empresa? Descobrir dados sigilosos? Não, muitas vezes é uma intenção das mais banais possíveis: acessar bate-papo, sites de relacionamentos e páginas pornôs nos micros de trabalho. No servidor não é qualquer um que se atreveria a mexer, mas quanto mais proteção, melhor.
- Cuidado: redefinir a senha de um usuário que possua arquivos criptografados em partições NTFS irá inutilizar permanentemente tais arquivos (pelo menos, em teoria, pois nada parece tão certo quando se trata de Windows...). Para alterar as senhas sem perder os arquivos criptografados, deve-se alterá-la usando o recurso de "troca de senha", logado com a conta que terá a senha alterada.
Mesmo que não usar, é bom saber, no mínimo, para saber proteger o seu Windows e o seu computador.
OBS.: Caso você tente fazer isso junto ao Windows 2003 e não obtenha sucesso quanto da modificação do arquivo "setch.exe" para "cmd.exe" provavelmente é por causa da proteção de arquivos de sistema do Windows, ele não deixa alterar, quando renomeia ou exclui um arquivo de sistema, na hora ele utiliza o sistema de restauração do mesmo.
Isso é bom por motivos de segurança e estabilidade, para que nenhum programa substitua arquivos do sistema, deixando ocorrer erros como ocorriam no Windows 98 ao instalar um ou outro jogo, ou mesmo com spywares.
Pra tentar trocar sem que o Windows substitua o original, limpe a pasta "dllcache" e a "repair" antes de renomear ou apagar o "sethc.exe". Pra fazer isso você pode digitar no Executar: dllcache, dar enter, apagar tudo da pasta e depois da "repair" também. Aí se o Windows perceber que um arquivo foi modificado ele não terá de onde recuperá-lo, e pedirá o CD de instalação do sistema. Basta não colocar o CD, é claro. Depois renomeie a cópia do "cmd.exe" para "sethc.exe" normalmente.
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Dia
2/13/2008 04:58:00 PM
1- Crie no seu C: uma pasta chamada hotfix, dentro deste diretório copie todos os hotfix que você tiver, renomeie os arquivos para códigodofix.exe ao invés de WindowsXP-KB826939-x86-PTB.exe.
Neste caso ficaria assim:
KB826939.exe
2- No seu C: crie um arquivo *.bat ou *.cmd com o seguinte:
CLS
@echo off
ECHO.
ECHO Instalando Hotfixes do Windows Update.
ECHO Aguarde...
ECHO ================================================== ==========
ECHO Instalando QKB823980 mblastfix...
start /wait %systemdrive%HotfixQKB823980.exe /Q /M /Z
ECHO ================================================== ==========
ECHO Instalando QKB824146 mblastfix...
start /wait %systemdrive%HotfixQKB824146.exe /Q /M /Z
ECHO ================================================== ==========
ECHO Instalando Q322011...
start /wait %systemdrive%HotfixQ322011.exe /Q /M /Z
ECHO ================================================== ==========
Adcione todos os hotfix que você tiver, eu não vou listar todos aqui, pois a lista é muito grande, o %systemdrive% vai direcionar para o drive aonde existir a instalação do windows(C
. Esta "automatização" funciona perfeitamente bem com *.exe que tem o ícone de programas DOS, aqueles que tem ícones de "instalador" é necessário que eles sejam instalados manualmente, ou se desejarem adcionar ao nosso *.bat, utilizem apenas a opção /Q e sigam as instruções, quando houver.
Após concluída toda a instalação, reiniciem o computador.
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Dia
2/13/2008 04:48:00 PM
Créditos: Cold Xx
Este tópico destina-se a informar os leitores e não a instruir ou persuadir que cometam atos desagradáveis (de forma não ética) ou ilegais (criminosos). Este tópico pode servir como apoio em testes de segurança informática, desde que obitidas as devidas autorizações pelos responsáveis dos sistemas ou pela administração da empresa respectiva. Aconselho que em ambiente empresarial, obtenha sempre, por escrito, da administração da empresa/organização, autorização para os seus testes. O leitor assume todas as responsabilidades pela utilização da informação constante nesse tópico.
O editor e o autor não se responsabilizam por possíveis danos morais ou físicos causados pelas informações continas nesse tópico nem por endereços internet aqui postados.
Podem ter existido falhas humanas ou técnicas na apresentação desde tópico. Por essas, ou por quaisquer outras falhas eventualmente existentes nesse tópico, quer o Editor quer o Autor, não assumem qualquer responsabilidade.
O Editor e o Autor não aconselham qualquer atividade que possa de algum modo ser ilegal.
Para manter os computadores de uma rede pública em segurança, os administradores usam configurações personalizadas dos programas cadastro/contagem de tempo para bloquear algumas funções básicas do sistema, como, teclas de atalho, gerenciador de tarefas, acesso aos menus, acesso ao disco... Bloqueando isso o usuário não poderia executar os programas nas pastas internas do sistema, como o cmd.exe (prompt), regedit.exe (registro), taskmgr.exe (gerenciador de tarefas), notepad.exe (bloco de notas)... Já nos computadores privados o admin usa a ferramenta "Diretivas de grupo (gpedit.msc)". Outros já preferem um software que irá automatizar esta tarefa. Um software cheio de recursos é o Winpolicy (freeware). Você pode encontrá-lo no site: http://www.justsoft.com.br/
Para ter um acesso livre no sistema o usuário precisaria de uma conta de administrador.
Para um usuário conseguir uma conta de administrador bastaria rodar o comando "control userpasswords2" na tela de login, criar a conta e ocultá-la no sistema.
Usando o prompt na tela de login
Primeiro vamos fazer um backup do executável "sethc.exe", ele se encontra na pasta C:\windows\system32\sethc.exe. Agora faça uma cópia do "cmd.exe" - que se encontra na mesma pasta - e cole-o na área de trabalho, depois altere o nome desse arquivo para sethc.exe. Agora mova ele para a pasta C:\windows\system32, aqui o sistema pergunta se você quer substituir o arquivo existente no diretório, clique em sim.
Na tela de login (Bem Vindo) segure Ctrl + Alt e aperte Delete duas vezes. Nessa tela aperte a tecla Shift cinco vezes.
Em casos do admin ter desativado as teclas de aderência, basta ativar a proteção de tela no login e renomear o valor "SCRNSAVE.EXE". Ex:.
Windows Registry Editor Version 5.00
[HKEY_USERS\.DEFAULT\Control Panel\Desktop]
"ScreenSaverIsSecure"="0"
"ScreenSaveTimeOut"="10"
"ScreenSaveActive"="1"
"SCRNSAVE.EXE"="F:\\WINDOWS\\system32\\cmd.exe "
Aqui o prompt vai abrir depois de 10s.
Para quebrar essa barreira o usuário só precisária baixar o programa MepAntiPolicy.
Download do programa MepAntiPolicy http://www.mephost.com/software/antipolicy.htm após o download basta clicar em executar comando (1) e digitar "cmd", fazendo isso o usuário teria acesso livre no sistema.
Aplicativos para o conhecimento técnico:
http://www.microsoft.com/technet/sys...sExplorer.mspx
http://www.microsoft.com/technet/sys.../AutoRuns.mspx
Aqui, se o usuário receber uma mensagem de restrição, bastaria ele abrir o arquivo ao invés de salvar ele no disco. Isso no IE 7 (Internet Explore).
O admin com conhecimento nessa falha bloqueia o CMD.EXE (prompt) e outros programas para garantir uma segurança a mais.
Impedir acesso ao Prompt
Diretivas de grupo (gpedit.msc) > Configuração do usuário > Modelos administrativos > Sistema. Aqui temos a opção: "Impedir acesso ao prompt de comandos". Ao executar o cmd.exe ele vai mostrar a seguinte mensagem:
Microsoft Windows XP [versão 5.1.2600]
(C) Copyright 1985-2001 Microsoft Corp.
O prompt de comando foi desativado pelo administrador.
Pressione qualquer tecla para continuar. . .
Nesses casos bastaria ele executar o "command.com" e abrir o gpedit.msc e desfazer a alteração. Ou usar o command.com mesmo.
Bloqueando aplicativos
Diretivas de grupo (gpedit.msc) > Configuração do usuário > Modelos administrativos > Sistema. Aqui há outro recurso muito interessante "Não executar aplicativos do Windows especificados", aqui o admin pode bloquear qualquer aplicativo.
O administrador pode também ir ao registro (regedit.exe) e criar a restrição manualmente:
HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\Curre ntVersion\Policies\Explorer.
Aqui ele cria um tipo de dado "REG_DWORD", nome do valor "DisallowRun" e valor "1". Depois no painel das chaves ele vai criar uma chave em Explore com o nome "DisallowRun" e dentro dessa chave ele cria outros valores... Ex:. tipos de Dados "REG_SZ", nome do valor "1" e em valor "COMMAND.COM". Para bloquear mais algum comando siga uma ordem decimal para os nomes dos valores.. 1, 2, 3, 4... Para cada nome de valor você coloca um "comando" que deseja bloquear.
1 REG_SZ control.exe
2 REG_SZ notepad.exe
3 REG_SZ command.com
4 REG_SZ regedit.exe
5 REG_SZ shutdown.exe
Executando aplicativos do windows que foram bloqueados
Basta copiar e colar o executavel em uma outra pasta e renomear o mesmo. Ex:. c:\windows\system32\command.com para c:\com.com. Aí é só executar o aplicativo e tomar o controle do sistema.
O usuário poderia pegar o arquivo de um outro pc qualquer - desde que ele tenha um acesso livre no sistema e a versão do OS seja a mesma - e salvar em seu mail, pendrive ou disquete e levar para o computador público ou privado.
Para ter o conhecimento da versão do OS (Sistema Operacional) usado basta executar o comando "systeminfo" no prompt. O usuário poderia fazer o download da ferramenta "psinfo.exe" ou do pacote completo das ferramentas técnicas no site: http://www.microsoft.com/technet/sys...nalsSuite.mspx
O pacote tem 8MB.
Para o maior conhecimento das ferramentas bastaria executar o comando seguido de "/?".
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Dia
2/13/2008 04:38:00 PM
Retirado de: Baboo
Introdução
Imagine a seguinte situação: segunda-feira, de manhã, você acaba de instalar um novo software ou aplicativo em um servidor de produção, talvez até mesmo um controlador de domínio. Após a instalação, durante o boot, a seguinte mensagem surge: “NTLDR is missing. Press any key to continue”. Frio na barriga, você tenta um novo boot, agora em modo de segurança, depois, em modo de última configuração válida, e nada. Seu servidor não quer colaborar... E você precisa dele operando o mais rápido possível. Bem, parece que a única solução é reinstalar o Windows novamente, os patches, aplicativos, drivers, templates de segurança, etc,etc,etc....
Para tais situações críticas é que se enquadra muito bem o ASR – Automated System Recovery, ou, Recuperação do Sistema Automatizada, recurso implementado primeiramente no Windows XP, e disponibilizado para os servidores da família Windows Server 2003.
Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de “backups”, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação.
Como o ASR funciona
O ASR trabalha junto com o “Windows Setup” para reconstruir as configurações de armazenamento e de discos físicos de um servidor, incluindo as partições e arquivos de “inicialização” e “sistema”, permitindo que o servidor volte a operar corretamente. Este processo inclui o uso de um “disquete ASR”, que contém informações de armazenamento antes do desastre, que são utilizadas para a restauração do servidor. Após uma restauração completa de ASR, basta que você restaure os dados de usuários ou arquivos de aplicações.
Atenção
O ASR não inclui arquivos ou partições que não estão nas partições de “inicialização” e “sistema”. Assim, quaisquer dados de usuários que porventura tenham sido perdidos, devem ser restaurados através de uma política de backup. O ASR NÃO substitui a política de backup de dados dos usuários ou demais informações. Deve ser utilizado em conjunto com tais procedimentos.
Criando um backup ASR
O ASR pode ser dividido em 2 componentes: backup e restore. O componente “backup” pode ser acessado através da própria ferramenta de backup do Windows (ntbackup.exe), selecionando a opção “Automated System Recovery Preparation Wizard”, conforme ilustração abaixo:

Figura 1
O próximo passo é definir onde o arquivo de backup (.bkf) será gravado, conforme ilustrado abaixo:

Figura 2
O arquivo gerado contém as seguintes informações:
System State: conjunto de informações pertencentes ao sistema operacional essenciais para seu bom funcionamento. Incluem o registro, a base do COM+, arquivos do sistema e de boot, e arquivos do Windows File Protection. O System State pode incluir também a base de Certificados (caso o servidor seja um servidor de Certificados), a base do Active Directory, mais a pasta SYSVOL (caso o servidor seja um controlador de domínio), informações de cluster (caso ele seja nó de um cluster) e a Metabase do IIS (caso o IIS esteja instalado).
Este arquivo pode ser copiado ou gerado numa mídia removível (uma mídia de CD, por exemplo), para que o processo de restauração ocorra corretamente.
Após a geração do arquivo de backup (.bkf), o “Wizard” nos solicita um disquete. Este disquete contém informações sobre o backup, as configurações de disco (incluindo discos básicos e volumes dinâmicos, e como se deve proceder para uma restauração). Uma mensagem, conforme ilustrado abaixo, indica que o processo foi finalizado corretamente.

Figura 3
A ilustração abaixo indica o conteúdo gerado em disquete pelo ASR:

Figura 4
Restaurando um backup ASR
O componente “restore” do ASR pode ser acessado do seguinte modo:
Reinicie o servidor com o CD de instalação do Windows Server;
Durante o modo texto do setup, pressione a tecla F2;
O ASR, então, lê as informações de disco do servidor a partir do disquete gerado e restaura todas as assinaturas, volumes e partições necessários para que o servidor possa ser iniciado corretamente (estes discos são conhecidos como “discos críticos”).
O ASR então, faz uma instalação simples do Windows, e automaticamente, inicia a restauração do sistema a partir do arquivo .bkf criado pelo “Automated System Recovery Preparation Wizard”. Todos os dispositivos “Plug and Play” também são detectados e instalados.
Após esta instalação, se necessário, deve-se fazer uma restauração dos dados dos usuários ou outras informações que não estejam nas partições de inicialização ou sistema.
Dicas e Melhores práticas
Execute o ASR regularmente, se possível de maneira automatizada (isto pode ser feito através do “Schedule Tasks” do próprio Windows Server);
Certifique-se que a mídia que contém o arquivo .bkf estará disponível em caso de necessidade de uma restauração (não seria muito lógico deixar este arquivo gravado, por exemplo, na partição de sistema do servidor...);
Lembre-se que o ASR não faz backup de partições ou volumes que não sejam a de inicialização ou sistema. Assim, tenha uma política de backup para tais informações. Se você estiver usando o próprio backup do Windows Server, a opção “All information on this computer”, do “Backup Wizard”, além de copiar todos os arquivos e dados de usuários, também gera o backup ASR.
Certifique-se de que os arquivos Asr.sif e Asrpnp.sif, gerados em disquete pelo ASR, estejam disponíveis e protegidos. Se o disquete que contém estes arquivos estiver danificado, pode-se recuperá-los da pasta systemroot\Repair. Estes arquivos também podem ser copiados manualmente para uma outra localização, para aumentar o nível de proteção.
Como política de recuperação de desastres, o serviço de RIS (Remote Installation Services) pode ser utilizado em conjunto com o ASR para prover um processo totalmente automatizado de recuperação. Para maiores informações sobre isto, acesse o documento "Designing RIS Installations".
O ASR substitui o ERD (Emergency Repair Disk), introduzido junto com o Windows 2000. Porém, o ERD não formatava ou re-configurava os discos durante o processo de restauração de arquivos danificados ou perdidos. O ASR, ao contrário, sempre formata a partição de boot e pode formatar, se necessário, a partição de sistema.
Conclusão
Podemos concluir que o ASR de forma alguma substitui uma boa política de backup (incluindo testes de recuperação) dos dados críticos, incluindo informações de usuários. Porém, se planejado junto com esta política, se torna uma ferramenta poderosa de recuperação de desastres, sendo possível restaurar um servidor danificado em minutos. E logicamente, vai poupar um bom esforço dos administradores de rede e sistemas.Autor original: Danilo Bordini
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Dia
2/13/2008 09:56:00 AM
Retirado de:
Baboo
Comandos do MS-DOS
16/07/03 Este tutorial tem por objetivo mostrar os comandos do DOS. Muitas pessoas pensam que são inúteis mas caso ocorra alguma emergência no PC você irá precisar destes comandos.
1. Diferenças entre comandos internos e externos
Os comandos internos podem ser executados em qualquer pasta no PC e a qualquer momento pois estão embutidos no DOS. Os comandos externos são programas utilitários que acompanham o sistema operacional e que só podem ser executados onde estão localizados, ou seja, no drive onde foram gravados. Este tutorial está dividido em 2 partes: comandos internos e comandos externos.
2. Os comandos internos
Nos comandos internos pode-se saber mais informações acerca do mesmo, digitando /? após o comando, ex.: dir/?, você irá receber informações sobre o comando dir, os comandos internos são os mais úteis em emergências já que podem ser executados em qualquer lugar; agora, vamos aos comandos.
Comando DATE
Esse comando, como o nome já diz, mostra na tela a data atual, permitindo a sua modificação. O comando DATE deverá ser usado da seguinte maneira: date [opções] (Sem os colchetes), sendo que não é necessária a utilização das opções caso você não queira.
Ex.: Digitando date, irá aparecer:
Data atual: sáb 28/06/2003
Digite a nova data: (dd-mm-aa)
Opções:
/t - Informa a data mas não solicita uma nova.
Comando TIME
Esse comando faz a mesma coisa que o comando DATE mas ao invés de mudar a data ele muda a hora: esse comando mostra hora, minutos, segundos e centésimos de segundo. O comando TIME deverá ser usado da seguinte maneira: Time [opções] (Sem os colchetes), sendo que não é necessária a utilização das opções caso você não queira.
Ex.: Digitando time, irá aparecer:
Hora Atual: 17:01:20,98
Digite a nova Hora:
Opções:
/t - Informa a hora mas não solicita uma nova.
Comando VER
Esse comando mostra qual sistema operacional você está usando.
Ex.: Digitando ver, irá aparecer:
Microsoft Windows XP [versão 5.1.2600]
Comando CLS
Esse comando limpa a tela e posiciona o cursor no canto superior esquerdo da tela.
Comando Dir
O comando dir é muito famoso e quase todos já conhecem: ele mostra todos arquivos e pastas de um diretório e busca arquivos em um drive especificado. O comando DIR é usado da seguinte maneira: dir [drive:\][caminho\] arquivo(s) [opções] (Sem os colchetes) sendo que não é necessária a utilização das opções caso você não queira nem de arquivo(s).
Opções:
/p - A listagem pára toda vez que atinge o fim da tela, sendo necessário que se pressione qualquer tecla para continuar.
/b - Mostra somente as informações básicas.
/c - Mostra o separador de milhar no tamanho dos arquivos.
/w - Exibe a lista na horizontal, onde são mostrados 5 arquivos por linha.
/d - O mesmo que /w, só que mostra a lista em colunas.
/s - Exibe os arquivos de todos os subdiretórios.
/l - Usa letras minúsculas.
/n - Formato de lista longa em que os nomes dos arquivos ficam na extrema direita.
/q - Mostra o nome do dono do arquivo.
/4 - Exibe anos de 4 dígitos.
/t:campo- Controla qual campo de tempo é exibido ou usado na classificação onde campo deve ser substituído por um desses caracteres e não devem ser digitados os 2 pontos (:).
C - Criação.
A - Último acesso.
W - Última gravação.
/o:ordem - Mostra os arquivos em uma ordem, onde ordem deve ser substituída por um desses caracteres e não devem ser digitados os 2 pontos (:).
N - Nome do arquivo seguido pela extensão.
S - Tamanho do arquivo.
D - Ordem cronológica.
G - Grupos de arquivos de subdiretórios.
/a:atributo - Mostra somente arquivos de determinado atributo, onde atributo deve ser substituído por algum desses caracteres e não devem ser digitados os 2 pontos (:).
D - Nome do arquivo seguido pela extensão.
R - Arquivos somente leitura.
H - Arquivos ocultos .
Obs.: Para reverter o efeito dos caracteres, é necessário a colocação de um hífen (-)
Ex.: Dir /a-h, mostra todos os arquivos menos os arquivos ocultos.
Comando COPY
O comando COPY copia um determinado arquivo ou o disco inteiro, sendo que caso exista algum arquivo no destino com o mesmo nome do arquivo de origem, esse arquivo será substituído. O COPY deve ser usado da seguinte maneira: copy [drive:\][caminho\] arquivo(s) de destino [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização das opções caso você não queira.
Opções:
/v - Verifica o arquivo de destino após a cópia, esta opção deixa o copy mais lento.
/a - Indica um arquivo de texto ASCII.
/b - Indica um arquivo binário.
/d - Permite que o arquivo de destino seja criado descriptografado.
/n - Usa um nome de arquivo curto (Padrão 8.3), caso copie um arquivo fora deste padrão.
/y - Não pede confirmação para que você substitua um arquivo de destino já existente.
/-y - Pede confirmação para que você substitua um arquivo de destino já existente.
/z - Copia arquivos de rede no modo reiniciável.
Comando TYPE
Mostra o conteúdo de um arquivo (somente um por vez e não aceita caracteres curinga).
Comando REN ou RENAME
Renomeia o arquivo. Pode-se também alterar a extensão do mesmo.
Ex.: Ren Arquivo.txt Backup.bak, Isto renomeia o arquivo: Arquivo.txt, para Backup.bak.
Comando DEL ou ERASE
Apaga arquivos do disco rígido e deve ser usado da seguinte maneira: del [drive:\][caminho\] nome do(s) arquivo(s) [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização das opções caso você não queira.
Opções:
/p - Força a mensagem de confirmação "Apagar( S / N )?".
/f - Força a exclusão de arquivos somente leitura.
/s - Exclui arquivos de todas as subpastas.
/q - Modo silencioso, não pede confirmação para excluir um caractere curinga global.
/a:atributo - Exclui somente arquivos de determinado atributo, onde atributo deve ser substituído por algum desses caracteres e não devem ser digitados os 2 pontos (:).
S - Arquivos de sistema.
R - Arquivos somente leitura.
H - Arquivos ocultos.
A - Arquivos prontos para arquivamento.
Obs.: Para reverter o efeito dos caracteres, é necessário a colocação de um hífen (-).
Ex.: Del *.* /a-h, executando este comando, você exclui todos os arquivos menos os arquivos ocultos da pasta.
Comando MD ou MKDIR
Cria uma pasta, devendo ser usado da seguinte maneira: MD Pasta, onde Pasta é o nome da pasta que você quer criar.
Comando CD ou CHDIR
Entra ou sai de uma pasta: se você digitar CD TESTE, por exemplo, ele entrará na pasta TESTE. Se você digitar CD.. ele irá voltar para a pasta anterior. O mesmo vale para o CHDIR.
Comando RD ou RMDIR
Remove uma pasta que esteja vazia, sendo que não consegue remover pastas com arquivos. Deve ser usado da seguinte maneira: rd [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização das opções caso você não queira.
Ex.: Digitando RD Teste você irá excluir a pasta teste.
Opções:
/s - Remove todas as pastas e arquivos da pasta, além dela mesma.
/q - Modo silencioso, não pede confirmação para remover a árvore de pastas quando usado com /s.
2. Os comandos externos
Assim como nos comandos internos pode-se usar o comando auxiliar /?, dentre os comandos externos, alguns são muito úteis, como o format veremos logo adiante...
Comando ATTRIB
O Attrib altera ou mostra os atributos de um arquivo, devendo ser usado da seguinte maneira: attrib [Atributo] [drive:\][caminho\] nome do(s) arquivo(s) [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções do "Atributo" dos colchetes:
+ Ativa um atributo.
- Desativa um atributo.
r - Atributo de arquivo somente leitura.
a - Atributo de arquivo de leitura/gravação.
s - Atributo de arquivo de sistema.
h - Atributo de arquivo oculto.
Opções:
/s - Processa os arquivos da pasta atual.
/d - Inclui pastas.
Comando FORMAT
Como o nome já diz, ele formata o drive. Deve ser usado da seguinte maneira: format [drive:] [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções:
/fs:sistema de arquivos - Formata a partição como fat32, fat ou ntfs, é necessário substituir "sistema de arquivos", por fat32, fat ou ntfs.
/v:nome - Formata a partição com um nome de volume específico.
/q - Formatação rápida (Tão rápida quanto a formatação de um disquete).
/c - Arquivos criados na partição serão compactados (somente com partições ntfs).
/x - Força primeiro a desmontagem do volume, se necessário. Todos os identificadores abertos no volume não seriam mais válidos.
/f:tamanho - Especifica o tamanho do disquete a ser formatado (Em formatações de disquete, claro).
/t:trilhas - Especifica o número de trilhas por lado do disco.
/n:setores - Especifica o número de setores por trilha.
Comando DISKCOPY
O comando DISKCOPY copia o conteúdo de um disco flexível para outro, sendo que eles devem ter o mesmo tamanho e densidade. Deve ser usado da seguinte maneira: diskcopy [drive de origem:] [drive de destino:] [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções:
/v - Verifica os arquivos copiados após a cópia.
Comando XCOPY
O comando xcopy copia arquivos de um ou mais subdiretórios. Também pode copiar os subdiretórios, mas não copia arquivos de sistema ou ocultos, devendo ser usado da seguinte maneira: xcopy [drive:\][caminho\] arquivo(s) de destino [opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções:
/d - Copia arquivos que foram modificados a partir de uma certa data.
/p - Pede confirmação para cópia de cada arquivo.
/s - Copia diretórios e subdiretórios (Não copia pastas vazias).
/e/s - Copia os subdiretórios mesmo que estejam vazios.
/v - Verifica os arquivos copiados.
Obs.: Por ser um comando com inúmeras opções não é possível que eu escreva todas aqui. Para saber mais sobre o xcopy, vá no prompt de comando e digite xcopy /?
Comando TREE
O comando tree mostra as pastas e subpastas da pasta onde foi executado o comando. Parece complicado mas não é: é como a parte esquerda do Windows Explorer. Deve ser usado da seguinte maneira: tree [drive:\][caminho\][opções] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções:
/f - Inclui nome dos arquivos de cada subdiretório.
/a - Exibe os subdiretórios com caracteres ASCII.
Comando DELTREE
É a combinação dos comandos del e tree: ele exclui arquivos de uma pasta suas subpastas e "subarquivos". Deve ser usado da seguinte maneira: deltree [opções][drive:\][caminho\] (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções:
/y - Não pede confirmação para a exclusão dos arquivos.
Comando MOVE
O comando move altera a posição de um ou mais arquivos de uma pasta para outra. Deve ser usado da seguinte maneira: move [opções] [drive:\][caminho\]arquivo1,arquivo2 (Sem colchetes), sendo que não é necessária a utilização de opções caso você não queira.
Opções:
/y - Não pede confirmação para a mudança dos arquivos.
/-y - Pede confirmação para mudança dos arquivos.
Para Renomear diretórios
Use [opções] [drive:\][caminho\]nome do diretório antigo [drive:\][caminho\]nome do diretório novo
3. Dicas
A. Nos comandos acima é possível a utilização de caracteres curinga como "*.*" (asterisco ponto asterisco), que significa todos os arquivos ,"relatorio.*", que significa arquivos de nome relatorio com qualquer extensão, "*.txt", significa qualquer arquivo com extensão .txt, "foto?.bmp", que significa qualquer arquivo que comece com a palavra "foto" e tenha extensão .bmp ...
Resumindo, o asterisco (*) significa qualquer caracteres de qualquer tipo e interrogação (?) significa um caractere qualquer. Estes são chamados caracteres curingas e são muito úteis no MS-DOS.
B. Um comando que adoro digitar no Autoexec.bat é o deltree, eu digito a seguinte linha: deltree /y c:\windows\temp\. Se você leu atentamente o tutorial saberá que este comando serve para limpar a pasta temp do Windows toda vez que ele for iniciado, e para quem odeia o menu Documentos Recentes do menu Iniciar digite no autoexec.bat: deltree /y c:\windows\recent\ ...
C. Sugiro que imprima esse tutorial para que caso ocorra uma emergência, você consiga consertar tudo, é só saber em que arquivo(s) ocorreu o problema e substituí-lo(s) com os comandos certos.
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2/11/2008 11:35:00 AM